Friday, September 30, 2016

Passeando pelo Douro: Porto - Parte IX [Igreja dos Clérigos e Igreja do Carmo]


Depois do almoco, e de uma pequena siesta, hora de continuar o passeio por Porto. Mas, primeiro, uma breve parada na Chocolataria das Flores (quase do lado do nosso hotel) para um...

... cafezinho da tarde e uma fatia de bolo caseiro. Delicioso :-)

Nosso hotel possuía duas saídas: uma na Rua das Flores, e uma na Rua Vitória. Para poupar uma subidona de ladeira, entramos no hotel, pegamos o elevador, e saímos pela saída da Rua Vitória :-) Passando pelo pátio do hotel, foto...

... da Catedral da Sé ao longe.

Na Rua dos Clérigos, a Igreja e...

... a Torre dos Clérigos.

Na Praca da Cordoaria, passando pela entrada do Museu de História Natural da Faculdade de Ciências da UP....

... vimos um bondinho antigo, ainda funcionando, passando!

Um pouco mais adiante ele parou na estacao e nós...

... aproveitamos para tirar fotos de pertinho. De volta ao século passado! :-)

Na Rua do Carmo, Igreja do Carmo (será que a rua deu nome a igreja, ou a igreja deu nome a rua?), com seus...

... belíssimos azulejos em tons azuis ornamentando toda a fachada.

Por dentro, ouro, muito ouro!

Thursday, September 29, 2016

Sessao Restaurante (em Porto): Caldeireiros


Para almocar, escolhemos o restaurante Caldeireiros (que fica na rua de mesmo nome). O cardápio oferece tapas de típicos pratos portugueses.

O restaurante é pequeno, mas como chegamos cedo, as mesas ainda estavam vazias.

O bar.

Nós fomos de pica-pau (filé e linguica em pedacos servidos com o típico molho da francesinha - cujo ingrediente constante é a cerveja. O nome vem do hábito de se picar o prato com um palito, ao invés de usar o garfo)...

... gambas cozidas...

... cachorrinho da invicta...

... pataniscas (de bacalhau) em prato (sao filés de bacalhau empanados - eu quis experimentar, mas definitivamente prefiro o bolinho de bacalhau)...

... risólis de carne e...

... batata-frita.

Para encerrar a comilanca, um cafezinho :-)


Saindo do restaurante, demos uma paradinha em uma loja quase em frente - Pajaro Malandro. Vende camisetas, cartoes e afins com imagens serigrafadas artesanalmente (edicao limitada): as estampas sao muito legais. Joaninha Bacana recomenda :-)

Wednesday, September 28, 2016

Passeando pelo Douro: Porto - Parte VIII [Igreja de Santo Antonio dos Congregados]

Quase saindo da ponte e indo em direcao a Av. Vimara Peres, pausa para contemplar alguns prédios  (bem no alto, com vistas lindíssimas)...

... abandonados, esperando uma chance para serem reformados. Enquanto isso nao acontece, a natureza...

... ou a arte tomam conta.

Mesmo em péssimas condicoes, eles mostram o esplendor de uma era que se foi, com suas lindas sacadas e janeloes.
Indo em direcao a Av. de D. Afonso Henriques...
... já dá para avistar, ao longe, a Igreja de Santo Antônio dos Congregados, com seus azulejos azuis.

Caminhando em direcao a igreja, no lado direito, uma escultura moderna num prédio em ruínas...

A Igreja de Santo Antônio dos Congregados: no meio de tantos prédios, só com os azulejos azuis para se destacar.

Trabalho delicado sobre o teto de uma sacada - cheio de detalhes.

Tuesday, September 27, 2016

Passeando pelo Douro: Porto - Parte VII [Teleférico da Gaia]

Para subir na segunda base da ponte, pegamos o Teleférico da Gaia (na margem do rio, na frente das caves): rápido, sem fila nenhuma, tivemos uma gôndola só para gente - vantagens de andar de teleférico quando o tempo involve chuvas a cântaros :-)

Interior da gôndola.

A chuva atrapalhou as fotos mas, mesmo assim...

... pudemos apreciar a bela paisagem na subida.

Esperamos um pouco dentro da estacao do teleférico, e voilá: a chuvarada foi substituída por um chuvisqueio fino, que nos animou a sair da toca e continuar nossa caminhada.

Olá, Rio Douro :-)

Foto da ponte Luís I e das nuvens ameacadoras, prevendo mais uma senhora pancada de chuva.

Da estacao do teleférico, fomos primeiro até uma farmácia: indo da Taylor's até a estacao, passamos por uma obra em construcao e uma micro pedrinha entrou no meu olho. Doeu muito mas eu achei que, depois de alguns minutos, ia passar. Como nao passou, decidimos ir até a farmácia comprar um colírio. Na farmácia, o farmacêutico/médico examinou o olho (só para ter certeza que o olho nao estava arranhado) e aplicou a primeira dose do colírio. 5 minutos depois, eu já estava novinha em folha :-) (sim, eu sei, só um pouquinho hipocondríaca, hihihi. Em minha defesa, olho doendo com a sensacao de ter algo dentro é meeeeeeeeega incomodante!)

Agora sobre a ponte (que também serve de passagem para o metrô), pausa...

 ... para tirar fotos de todos os ângulos :-) Lá embaixo, Vila Nova de Gaia, com suas...
... caves à margem do rio.
Do outro lado do Rio Douro, o Porto...

 ... com seus coloridos...
 ... prédios.

 Continuando pela ponte, lá ao longe, a catedral da Sé.

Do outro lado da ponte, a ponte do Infante, agora vista de cima.

E chegamos ao Porto novamente. No topo, as muralhas Fernandinas e o funicular - outro meio de subir e descer do primeiro para o segundo piso da Ponte Luís I.

Monday, September 26, 2016

Passeando pelo Douro: Porto - Parte VI [Vista da Cave do Vinho do Porto Taylor's]


Como já havíamos feito um tour-degustacao na Quinta do Vallado, decidimos pular o tour e fazer só a degustacao: eu provei um porto branco, namorido o Taylor's Tawni 10 years.

Com o chuvisco, o restaurante do Taylor's estava vazio. Mas a vista lá de cima...

... é muito linda!

Ponte Luís I.

Vista sobre os telhados, inclusive...

... os que sao quase um jardim, com a quantidade de flores brotando por entre as telhas :-)
Com a chuva aumentando, decidimos voltar para a parte coberta do prédio.

Quem ficou de fora foram...

 ... os bichanos da cave Taylor's :-) Um galo e...

... um gato :-)

Tchau-tchau! Adoramos o vinho, e o local!

Com o chuvisco, foi um verdadeiro malabarismo descer as ladeiras. Com a água, as pedras estavam lisas como sabao. E, sim, nao demorou muito e lá fui eu: uma perna para um lado, uma perna para o outro, até o popô chegar ao chao :-) A queda foi em câmera lenta, mas como nao havia onde me segurar, nao houve como brecar. Por sorte, além de namorido, nao houve testemunhas :-) E, nao, nao me machuquei (benditos anos de ginástica de baliza :-)  ).

No meio do caminho, a chuva era tanta que fizemos que nem a pomba: achamos um telhado para nos encolhermos, e decidimos esperar para passar um pouco. Seufz :-)